terça-feira, 12 de março de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
III Festival de Contadores do CCBB Educativo São Paulo
O
CCBB Educativo traz, nos dias 23 e 24 de fevereiro, o 3º
Festival de Contadores de Histórias. Dois dias de contos variados,
apresentados pela equipe de educadores e também por convidados mais que
especiais, trazendo a multiplicidade na contação de histórias: bonecos e
performances, música e causos brasileiros e de além-mar, suspense e arrepios.
Crianças,
jovens e adultos vão viver um final de semana de aventuras e descobertas, com
narrativas daqui e dacolá. Você está convidado a fechar os olhos e sentir o
perfume das princesas, o gosto das especiarias, o rufar dos tambores e a
imaginar a geografia das terras remotas. Venha viajar por espaços da
ficção, onde convivem super-heróis, reis, bichos que falam, tesouros e tantas
coisas. A porta está aberta para todo o público.
CCBB-SP - Rua Álvares Penteado 112, Centro
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Semana de Acessibilidade: Autonomia para Todos
CCBB Educativo SP
Semana da Acessibilidade:
Autonomia para Todos
De 20 à 25
de novembro
Pelo
quarto ano consecutivo, o CCBB Educativo SP promove o evento que é fruto das
pesquisas e indagações dos educadores do grupo de pesquisa em Acessibilidade do
CCBB Educativo. O resultado é uma série de atividades reflexivas sobre o espaço
físico, a atuação de pessoas com deficiência em instituições culturais, os
tipos de deficiência, formas de aproximação e interação. Também haverá oficinas
relacionadas à exploração dos sentidos e vivências práticas sobre surdez e
surdocegueira.
Vivências em Acessibilidade - de terça
à sexta-feira às 14:00
Dia 20 - Terça-feira
14:00 - História em Quadrinhos Tátil (acessível para cegos e cadeirantes)
Que
tal criar uma história em quadrinhos sem utilizar a visão? Com os olhos
vendados, o público é convidado a criar uma utilizando principalmente o tato.
10 lugares com retirada de senha meia hora antes.
Dia 21 - Quarta-feira
14:00 - Visita Sensorial à exposição
“Planos de Fuga” (acessível para cegos,
cadeirantes e surdos)
Visita
mediada à exposição “Planos de Fuga” propondo a utilização do tato, audição e
olfato, além da visão.
10 lugares com retirada de senha meia hora antes.
Dia 22 -Quinta-feira
14:00 - Visita Sensorial ao prédio do CCBB
(acessível para cegos e cadeirantes)
O visitante é convidado a participar de um jogo com diversas
possibilidades através do tato e do olfato, que o levará à uma viagem
histórica, passando pelos estilos arquitetônicos do prédio e resgatando a
imagem da sociedade paulistana dos anos 1920.
10 lugares com retirada de senha meia hora antes.
Dia 23 – Sexta-feira (acessível para surdos e cadeirantes)
14:00 - Contação de história em Libras
- Capela dos Aflitos
No Cemitério dos Aflitos no bairro da Liberdade,
foram enterrados muitos sentenciados à forca. Quando a sentença do soldado Chaguinhas ia ser cumprida, a corda arrebentou uma,
duas, três, quatro vezes!!! Diz a lenda
urbana que o local onde ficava o cemitério é, até hoje, mal assombrado.
20 lugares com retirada de senha meia hora antes.
Dia 24, sábado
9:30 às 12:00 – “Práticas e Reflexões
com Educadores: Acessibilidade e Inclusão” (acessível para cegos, surdos e cadeirantes)
Neste
encontro, as convidadas Carolina Fomin e Thais Frota abordam as dificuldades
enfrentadas no dia a dia pelas pessoas de com deficiência em espaços
urbanos, edificações e mobiliários. No final, o público é convidado a
fazer uma visita pelo espaço do CCBB para vivenciar na prática as barreiras
mais comuns.
Carolina Fomin é graduada em Arquitetura e Urbanismo pelo Mackenzie e pós-graduada em Acessibilidade pela
Universidade Nove de Julho. É professora do curso “Acessibilidade na
Prática” do MAM e atua em projetos de arquitetura voltados à acessibilidade. É
também tradutora-intérprete de LIBRAS.
Thais Frota é arquiteta
especialista em acessibilidade, sócia da empresa Arquitetura Acessível e consultora
de acessibilidade. Professora do curso de “Acessibilidade na Prática” no MAM
70
lugares com retirada de senha uma hora antes.
13:30-14:30 - Oficina "Ritmo Sensorial: música para surdos" (acessível para cegos, surdos e cadeirantes)
Um coletivo de jovens que realiza baladas para surdos mostra
ao público ouvinte e não-ouvinte, de maneira teórica e prática, como os surdos
vivenciam a música através do tato, das vibrações das músicas e do olfato.
Com Leonardo Castilho, educador do MAM e Edinho Santos,
educador do Museu Afro Brasil e Museu do Futebol, ambos fazem parte do coletivo
“Vibração” e do grupo “Corposinalizante”.
20 lugares com retirada de senha uma hora antes.
15:00 - 17:00 - Mesa redonda: Pessoas
com deficiência em Instituições Culturais (acessível para cegos, surdos e cadeirantes)
Neste encontro contamos com a
participação de Daina Leyton – Coordenadora do
Educativo e Acessibilidade do Museu de Arte Moderna de São Paulo; Cláudio da Costa Rubiño – Coordenador de
Acessibilidade do Museu
Afro Brasil; Amanda Tojal –
Coordenadora do Programa Educativo Públicos Especiais (PEPE) da Pinacoteca
do Estado de São Paulo e Ialê Pereira Cardoso Brandão – Coordenadora do Núcleo de Ação Educativa do Museu do Futebol e Amaury Costa Brito –
Assistente do Núcleo de Ação Educativa do Museu do Futebol. Os convidados abordaram a atuação de pessoas
com deficiência nos respectivos espaços culturais.
40 lugares com retirada de senha uma hora antes.
17:30 – 18:15 – Oficina: Interação com
Surdocegos (acessível para cego,
surdos e cadeirantes)
Através de diversas vivências,
a oficina aborda formas de interação com surdocegos, trás informações sobre
esta deficiência e dicas de como lidar com o surdocego com o intuito de
promover sua inclusão em espaços sociais.
Com
Elizabeth Aparecida Figueira, pós-graduada em Tradução Interpretação
em Libras, graduada em Pedagogia com Habilitação em Deficientes pela PUC_SP, e
formação em Surdocegueira e
Guia-intérpretação de surdocegos e em Audiodescrição.
20 lugares com retirada de senha uma hora antes.
Dia 26, domingo
15:00 - Visita Sensorial ao prédio do
CCBB (acessível para cegos e
cadeirantes)
O visitante é convidado a participar de um jogo com diversas
possibilidades através do tato e do olfato, que o levará à uma viagem
histórica, passando pelos estilos arquitetônicos do prédio e resgatando a
imagem da sociedade paulistana dos anos 1920.
10 lugares com retirada de senha meia hora antes.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
12 de OUTUBRO
CCBB Educativo: Especial 12 de outubro
Local: Área externa, prédio do CCBB e 1º andar | CCBB SP
Horário: Sextas e sábados, às 14h e às 18h
O CCBB Educativo preparou uma programação especial para o Dia das Crianças, com eventos gratuitos de contação de histórias, música, laboratórios e visitas. São atividades participativas para crianças de 5 a 12 anos, adolescentes e adultos.
Programação:
* Em Cantos e Contos
11h – O Sonho de Ismar | Local: Rua Álvares Penteado
16h30 – O Amor de um Pássaro por um Lagarto | Local: Auditório
Idade recomendada: a partir de 5 anos
* Vivências Musicais
12h - Cantigas de Rodas | Local: Rua Álvares Penteado
Idade recomendada: 5 anos
* Visita Mediada
14h - Exposição “Oneness” – Mariko Mori | Local: Prédio do CCBB
Idade recomendada: a partir de 5 anos
* Cortejo
13h30 e 17h30 | Local: Prédio do CCBB
Idade recomendada: a partir de 5 anos
* Laboratório de Ações Criativas
13h - Memórias de Infância | Local: Rua Álvares Penteado
Idade recomendada: a partir de 5 anos
* Visita Teatralizada
15h | Local: Prédio do CCBB
Idade recomendada: a partir de 5 anos
* Roteiros Especiais
17h - Visita Sensorial | Local: Prédio do CCBB
Idade recomendada: a partir de 10 anos
* Visita ao Prédio
19h - Conhecendo o CCBB | Local: Prédio do CCBB
Idade recomendada: a partir de 5 anos
Eventos sujeitos à disponibilidade de educador, sob consulta na bilheteria.
Local: Área externa, prédio do CCBB e 1º andar | CCBB SP
Horário: Sextas e sábados, às 14h e às 18h
O CCBB Educativo preparou uma programação especial para o Dia das Crianças, com eventos gratuitos de contação de histórias, música, laboratórios e visitas. São atividades participativas para crianças de 5 a 12 anos, adolescentes e adultos.
Programação:
* Em Cantos e Contos
11h – O Sonho de Ismar | Local: Rua Álvares Penteado
16h30 – O Amor de um Pássaro por um Lagarto | Local: Auditório
Idade recomendada: a partir de 5 anos
* Vivências Musicais
12h - Cantigas de Rodas | Local: Rua Álvares Penteado
Idade recomendada: 5 anos
* Visita Mediada
14h - Exposição “Oneness” – Mariko Mori | Local: Prédio do CCBB
Idade recomendada: a partir de 5 anos
* Cortejo
13h30 e 17h30 | Local: Prédio do CCBB
Idade recomendada: a partir de 5 anos
* Laboratório de Ações Criativas
13h - Memórias de Infância | Local: Rua Álvares Penteado
Idade recomendada: a partir de 5 anos
* Visita Teatralizada
15h | Local: Prédio do CCBB
Idade recomendada: a partir de 5 anos
* Roteiros Especiais
17h - Visita Sensorial | Local: Prédio do CCBB
Idade recomendada: a partir de 10 anos
* Visita ao Prédio
19h - Conhecendo o CCBB | Local: Prédio do CCBB
Idade recomendada: a partir de 5 anos
Eventos sujeitos à disponibilidade de educador, sob consulta na bilheteria.
domingo, 18 de setembro de 2011
Práticas e Reflexões
terça-feira, 6 de setembro de 2011
"Reflexões sobre nomenclaturas - Porque arte-educador?"
Baixe o texto em http://www.educamuseu.com/p/opiniao.html
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Educação não-formal --> Espaços culturais: expectativas educador /público
Quando abro uma revista ou um livro tenho necessidade de folhear todo o material para só em seguida dar início a leitura começando pelo que mais me interessa. Muitos visitantes de exposições também procedem de forma semelhante. Percorrem a mostra toda para só então dar início a visita conforme seus interesses ou o que mais lhes ou despertou a curiosidade.
Nos espaços culturais é muito comum para o educador que realizará a visita educativa ou mediada receber um grupo ansioso por desconhecer o espaço, a quantidade de peças ou obras expostas, as atividades que o local oferece. Porque então não minimizar a ansiedade do grupo, sendo muitas vezes restrita ao professor acompanhante, percorrendo toda a mostra para aí começar a visita? Pode ser outro modo de levantar os repertórios e interesses dos visitantes. Outra estratégia que o educador pode fazer uso é descrever toda a mostra, explicar aos visitantes que em nenhuma exposição há tempo tanto para o educador quanto para os visitantes de visitar toda a mostra, além, é claro, de levantar junto ao grupo se há algum interesse específico em alguma obra ou objeto exposto.
Ser educador implica em respeitar os tempos, ritmos e interesses do visitante. De que adianta cumprir um roteiro de visita se o público está mais interessado no prédio ou no elevador, banheiro... afinal, todos os espaços culturais tem seu “elefante branco”. As expectativas do educador não podem confrontar com as do público que tem uma experiência bastante diversa daquele. O público se depara com muitas informações novas como o próprio espaço expositivo, que mesmo já conhecido, a cada nova exposição apresenta uma nova expografia, paredes são levantadas onde em mostras anteriores não existiam, assim como as cores, a comunicação visual... enquanto o educador se familiariza com o “novo” espaço antes do público estando, no momento do atendimento ao grupo, focado na exposição ou atividades as quais irá realizar com aquele.
Educar demanda dedicação, generosidade, estudo, pesquisa no preparo para as visitas e atividades. Não realizá-las pode ser frustrante para o educador. Mas para que o público se dê conta dos usos dos espaços culturais e possibilidades de contato com a cultura é preciso que, em primeiro lugar, ele sinta-se acolhido e à vontade. Só assim, num segundo momento, esse público pode voltar sua atenção para as atividades e exposições.
A formação de um público assíduo nos espaços culturais acontece em etapas que compreendem o tempo de familiaridade de cada público com os espaços culturais, que pouco a pouco, a cada visita, integram seus repertórios e vivências.
Em quaisquer etapas em que se encontre o público em relação às instituições culturais, a abertura do educador é determinante para a experiência rica e única do visitante. Estar presente é o contato sensível do educador que percebe o outro, sabe ouvir e ser ouvido e respeita a curiosidade alheia.
Afinal, as relações humanas não são regidas por expectativas?
Nos espaços culturais é muito comum para o educador que realizará a visita educativa ou mediada receber um grupo ansioso por desconhecer o espaço, a quantidade de peças ou obras expostas, as atividades que o local oferece. Porque então não minimizar a ansiedade do grupo, sendo muitas vezes restrita ao professor acompanhante, percorrendo toda a mostra para aí começar a visita? Pode ser outro modo de levantar os repertórios e interesses dos visitantes. Outra estratégia que o educador pode fazer uso é descrever toda a mostra, explicar aos visitantes que em nenhuma exposição há tempo tanto para o educador quanto para os visitantes de visitar toda a mostra, além, é claro, de levantar junto ao grupo se há algum interesse específico em alguma obra ou objeto exposto.
Ser educador implica em respeitar os tempos, ritmos e interesses do visitante. De que adianta cumprir um roteiro de visita se o público está mais interessado no prédio ou no elevador, banheiro... afinal, todos os espaços culturais tem seu “elefante branco”. As expectativas do educador não podem confrontar com as do público que tem uma experiência bastante diversa daquele. O público se depara com muitas informações novas como o próprio espaço expositivo, que mesmo já conhecido, a cada nova exposição apresenta uma nova expografia, paredes são levantadas onde em mostras anteriores não existiam, assim como as cores, a comunicação visual... enquanto o educador se familiariza com o “novo” espaço antes do público estando, no momento do atendimento ao grupo, focado na exposição ou atividades as quais irá realizar com aquele.
Educar demanda dedicação, generosidade, estudo, pesquisa no preparo para as visitas e atividades. Não realizá-las pode ser frustrante para o educador. Mas para que o público se dê conta dos usos dos espaços culturais e possibilidades de contato com a cultura é preciso que, em primeiro lugar, ele sinta-se acolhido e à vontade. Só assim, num segundo momento, esse público pode voltar sua atenção para as atividades e exposições.
A formação de um público assíduo nos espaços culturais acontece em etapas que compreendem o tempo de familiaridade de cada público com os espaços culturais, que pouco a pouco, a cada visita, integram seus repertórios e vivências.
Em quaisquer etapas em que se encontre o público em relação às instituições culturais, a abertura do educador é determinante para a experiência rica e única do visitante. Estar presente é o contato sensível do educador que percebe o outro, sabe ouvir e ser ouvido e respeita a curiosidade alheia.
Afinal, as relações humanas não são regidas por expectativas?
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